Outro dia, à entrada de uma das Igrejas de Lisboa, encontrei numa pequena folha “uns pensamentos” que gostaria de partilhar convosco. Não é propriamente uma oração, nem muito menos uma daquelas tristes receitas que tantas vezes são colocadas nas nossas Igrejas assegurando que se cumprimos o que está escrito, como que por magica venceremos a lotaria. Dessas “correntes” livrai-nos Senhor!
Esta é diferente. Os comentários ficam à mercê do leitor.
«Aprende a descobrir o melhor de ti mesmo e dos outros.
Não sofras pelos teus limites.
Não te compares aos outros.
Reforça aquilo que há de original em ti,
Aquilo que as pessoas apreciam.
Não sofras pelos limites
E deficiências de quem vive ao teu redor.
Repara no que de bom e positivo há em cada ser humano».
(Anónimo)
Com um abraço
David
2004-10-07
2004-10-05
O PS e a PPCM
Iª Parte
NO PS
Os meios de comunicação social, nas ultimas semanas, noticiaram até a exaustão o debate interno entre os três candidatos à liderança do principal partido da oposição. Durante dias a fio, de norte a sul do país, os candidatos e seus apoiantes esgrimiram argumentos e apresentaram propostas para a solucionar os problemas concretos do país. A rivalidade entre as três candidaturas desvaneceu-se logo que foi eleito o novo líder. Os vencidos até prometeram colaborar e, de novo, o partido estava unido para as novas batalhas que se avizinham.
Na PPCM
Salvando algumas diferenças, o processo é quase inverso: somos todos amigos uns dos outros e estamos unidos, prontos para colaborar no que vier. Contudo, perante um determinado problema, dificilmente se faz um debate sério tendo por base propostas concretas que pudessem ser avaliadas e referendadas pelo eleitorado.
Como o PS andamos à procura de líder. No PS houve um debate sério e transparente entre as diferentes visões políticas. E na PPCM?
(Continua...)
David
NO PS
Os meios de comunicação social, nas ultimas semanas, noticiaram até a exaustão o debate interno entre os três candidatos à liderança do principal partido da oposição. Durante dias a fio, de norte a sul do país, os candidatos e seus apoiantes esgrimiram argumentos e apresentaram propostas para a solucionar os problemas concretos do país. A rivalidade entre as três candidaturas desvaneceu-se logo que foi eleito o novo líder. Os vencidos até prometeram colaborar e, de novo, o partido estava unido para as novas batalhas que se avizinham.
Na PPCM
Salvando algumas diferenças, o processo é quase inverso: somos todos amigos uns dos outros e estamos unidos, prontos para colaborar no que vier. Contudo, perante um determinado problema, dificilmente se faz um debate sério tendo por base propostas concretas que pudessem ser avaliadas e referendadas pelo eleitorado.
Como o PS andamos à procura de líder. No PS houve um debate sério e transparente entre as diferentes visões políticas. E na PPCM?
(Continua...)
David
2004-10-04
Francisco de Assis
Senhor,
Fazei de mim um instrumento de vossa paz !
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz !
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais.
Consolar, que ser consolado.
Compreender, que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna !
Francisco de Assis
Fazei de mim um instrumento de vossa paz !
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz !
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais.
Consolar, que ser consolado.
Compreender, que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna !
Francisco de Assis
2004-10-01
Outubro
«Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, e esse lugar, o meu Deus, foste Vós que mo destes... No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o Amor....»
(Teresa do Menino Jesus)
O primeiro dia do mês de Outubro é assinalado na Igreja com a memória da “grande” St. Teresa do Menino Jesus. Curiosamente é também neste mês que se celebra a memória de outras grandes personagens da história da espiritualidade cristã no ocidente: Teresa de Jesus e Francisco de Assis.
Gosto em especial de St. Teresa do Menino Jesus porque, entre outras coisas, ela intuiu aquilo que na Igreja era e continua a ser fundamental: o AMOR. Numa época em que predominava uma espiritualidade de tons ascéticos, Teresa vai ao essencial, ao motor que animou todos os santos, conhecidos e desconhecidos. Ela compreendeu que o essencial é amar.
St. Teresa diz-nos que a santidade a que nós somos chamados é, pois, o “prémio” e o reconhecimento público de uma intensa “vida amorosa”. Mais do que fazer grandes coisas e independentemente do que é feito, o importante é ser expressão de um amor sem limites.
Oxalá a Igreja seja sempre expressão desse amor...
David
(Teresa do Menino Jesus)
O primeiro dia do mês de Outubro é assinalado na Igreja com a memória da “grande” St. Teresa do Menino Jesus. Curiosamente é também neste mês que se celebra a memória de outras grandes personagens da história da espiritualidade cristã no ocidente: Teresa de Jesus e Francisco de Assis.
Gosto em especial de St. Teresa do Menino Jesus porque, entre outras coisas, ela intuiu aquilo que na Igreja era e continua a ser fundamental: o AMOR. Numa época em que predominava uma espiritualidade de tons ascéticos, Teresa vai ao essencial, ao motor que animou todos os santos, conhecidos e desconhecidos. Ela compreendeu que o essencial é amar.
St. Teresa diz-nos que a santidade a que nós somos chamados é, pois, o “prémio” e o reconhecimento público de uma intensa “vida amorosa”. Mais do que fazer grandes coisas e independentemente do que é feito, o importante é ser expressão de um amor sem limites.
Oxalá a Igreja seja sempre expressão desse amor...
David
2004-09-29
RECOMEÇAR
«Declaramos
que, a partir de hoje,
todos os dias serão festivos.
Declaramos trânsito proibido
aos desmancha - prazeres,
aos pessimistas,
aos que enterram as coisas antes de terem nascido.
Declaramos que toda a palavra
que não anime e não alegre
é um preso em fuga,
um perigo social.
Quem puder contribuir
com algo de bom e belo
para o bem comum,
trazendo mais alegria,
será tido como o primeiro entre nós».
(Anónimo)
que, a partir de hoje,
todos os dias serão festivos.
Declaramos trânsito proibido
aos desmancha - prazeres,
aos pessimistas,
aos que enterram as coisas antes de terem nascido.
Declaramos que toda a palavra
que não anime e não alegre
é um preso em fuga,
um perigo social.
Quem puder contribuir
com algo de bom e belo
para o bem comum,
trazendo mais alegria,
será tido como o primeiro entre nós».
(Anónimo)
2004-06-03
dias difíceis...
«Há dias estranhos, dias em que se apoderam de nós poderosos espíritos com os quais não estamos habituados de lidar. Eles são diferentes dos outros. Trabalham em nós silenciosamente até nos atarem por completo.
São dias estranhos. Dias em que esquecemos o que somos e o que fazemos ou o que devemos fazer. Dias em que se fosse possível vender-nos-íamos a qualquer preço porque já não sabemos o quanto valemos...
E as pessoas que falam connosco como se ainda existíssemos; e aqueles que nos provocam para serem provocados porque não sabem viver sem o estímulo da provocação; e os vizinhos que inocentemente nos cumprimentam como se tudo fosse como foi. Nada sabem de nós. Nada sabem dos espíritos de que estamos possuídos. Não sabem que falam para um cadáver...»
David
São dias estranhos. Dias em que esquecemos o que somos e o que fazemos ou o que devemos fazer. Dias em que se fosse possível vender-nos-íamos a qualquer preço porque já não sabemos o quanto valemos...
E as pessoas que falam connosco como se ainda existíssemos; e aqueles que nos provocam para serem provocados porque não sabem viver sem o estímulo da provocação; e os vizinhos que inocentemente nos cumprimentam como se tudo fosse como foi. Nada sabem de nós. Nada sabem dos espíritos de que estamos possuídos. Não sabem que falam para um cadáver...»
David
2004-05-28
...me livraste...
Salmo 30
«Eu te exalto Iahweh, porque me livraste,
Não deixaste meus inimigos se rirem de mim.
Iahweh, meu Deus, eu gritei a ti e me curaste.
Iahweh, tiraste a minha vida do Xeol,
Tu me reavivaste dentre os que baixam à cova...»
Teu servo: Daniel
2004-05-27
PORTO!!!
Se seria de esperar que eu aqui viesse fazer uma grande e rasgada festa devido à claríssima vitória do FCP frente ao ASMónaco, não é o que vou fazer... é que já estou cansado de tanta festa!!!
Afinal um homem não é de ferro. Desde há uns tempos é festa atrás de festa...
Se no ano o FCP ganhou o campeonato, este ano repetiu a façanha!
Se no ano passado o FCP ganhou a Taça UEFA, este ano ganhou a «CHAMPOINS LEAGE»!
Realmente é de ficar cansado de tanta vitória...
Mas ainda hoje li algo que me chamou a atenção: Afinal o FCP tem que ser humilde... é igual ao Sporting... só faz festa de 18 em 18 anos... o Sporting quando ganha o campeonato, o FCP quando ganha a liga dos campeões... he, he, he!!!
Bem, chega de festa... o próximo ano vai ser duro... ai vai, vai!!!
Mas isso é só para o ano!
Curiosamente o guarda redes que Scolari teimosamente insistiu em não seleccionar demonstrou mais uma vez que é um dos melhores do mundo e o melhor de Portugal... mas há coisas na vida que não são para compreender!!! É a vida!!!
ASS: MARTYR
Afinal um homem não é de ferro. Desde há uns tempos é festa atrás de festa...
Se no ano o FCP ganhou o campeonato, este ano repetiu a façanha!
Se no ano passado o FCP ganhou a Taça UEFA, este ano ganhou a «CHAMPOINS LEAGE»!
Realmente é de ficar cansado de tanta vitória...
Mas ainda hoje li algo que me chamou a atenção: Afinal o FCP tem que ser humilde... é igual ao Sporting... só faz festa de 18 em 18 anos... o Sporting quando ganha o campeonato, o FCP quando ganha a liga dos campeões... he, he, he!!!
Bem, chega de festa... o próximo ano vai ser duro... ai vai, vai!!!
Mas isso é só para o ano!
Curiosamente o guarda redes que Scolari teimosamente insistiu em não seleccionar demonstrou mais uma vez que é um dos melhores do mundo e o melhor de Portugal... mas há coisas na vida que não são para compreender!!! É a vida!!!
ASS: MARTYR
2004-05-12
Temos o que merecemos?
Aleluia!
meus “s’irmaõs”
Aí vem o Augusto II...
«Erguei as mãos e dai glória a Deus»,
Finalmente, já temos cabeça!
Uma cabeça importada, é certo, pois parece que por terra lusitanas elas escasseiam.
Enfim, mais do que um atestado de incompetência à malta, sabe a «últimos sacramentos».
Talvez temos o que merecemos,
Oremos....
descansemos em paz,
João
meus “s’irmaõs”
Aí vem o Augusto II...
«Erguei as mãos e dai glória a Deus»,
Finalmente, já temos cabeça!
Uma cabeça importada, é certo, pois parece que por terra lusitanas elas escasseiam.
Enfim, mais do que um atestado de incompetência à malta, sabe a «últimos sacramentos».
Talvez temos o que merecemos,
Oremos....
descansemos em paz,
João
2004-05-11
O hino que quero cantar
Já não sei nem quero imaginar
A cor do cabelo ganhador
Que, com o seu passo triunfador,
O destino da província irá levar.
Mais importante e consolador,
A fim da almas errantes animar,
Vai todo meu ser e meu olhar
Para a oração do pobre sofredor!
Não sei quanta terra ou quanto mar
Dentro da minha angústia vou percorrer!
Mas sempre com a esperança de obter
O nome do esposo p’ra noutro hino cantar!
Mas já se vão as forças para a música fazer
Pois nem o tilintar das promessas
Que, ora na esquerda, ora na direita, expressas
Tocam a fechadura para comer.
E no meio de tantas ideias acesas
Que a multidão a cada instante cozinha
Não deixamos a mesa sozinha
Sem a letra do hino criar defesas.
Está na hora de ouvir a campainha
Com a saudação triunfadora
De anunciar a sua vontade salvadora
De quem, calado, não mais se continha!
Quando chegará essa hora?
Que a parede a rolha irá receber
E nos copos a bebida acolher!
E todos juntos cantando agora
O hino ao esperado esposo presente
Com a força e a alegria de cada ente!
Crisóstomo
A cor do cabelo ganhador
Que, com o seu passo triunfador,
O destino da província irá levar.
Mais importante e consolador,
A fim da almas errantes animar,
Vai todo meu ser e meu olhar
Para a oração do pobre sofredor!
Não sei quanta terra ou quanto mar
Dentro da minha angústia vou percorrer!
Mas sempre com a esperança de obter
O nome do esposo p’ra noutro hino cantar!
Mas já se vão as forças para a música fazer
Pois nem o tilintar das promessas
Que, ora na esquerda, ora na direita, expressas
Tocam a fechadura para comer.
E no meio de tantas ideias acesas
Que a multidão a cada instante cozinha
Não deixamos a mesa sozinha
Sem a letra do hino criar defesas.
Está na hora de ouvir a campainha
Com a saudação triunfadora
De anunciar a sua vontade salvadora
De quem, calado, não mais se continha!
Quando chegará essa hora?
Que a parede a rolha irá receber
E nos copos a bebida acolher!
E todos juntos cantando agora
O hino ao esperado esposo presente
Com a força e a alegria de cada ente!
Crisóstomo
2004-05-07
Segunda visão
Eis que estando o meu quarto às escura, no silêncio da noite, comecei a ouvir o cantar de um coro que parecia-me ser do outro mundo. Levantei-me e, como o profeta, disse para as paredes que, naquele momento, pareciam falar: «eis-me aqui».
De repente, como se as minhas palavras tivessem sido mágicas, fui transportado para um lugar de uma beleza indescritível. Nesse lugar, avançava um cortejo de virgens vestidas de branco, com estandartes e bandeiras, e todas cantavam: «Povos batei palmas...».
Depois do cortejo das virgens, aparecia uma figura esquelética, de nariz pontiagudo que, com o turíbulo, perfumava o ambiente em redor. Esta figura era seguida de dois seres, um mais forte que lançava pétalas de rosas pelo chão e o outro, que seria ucraniano, transportava um livro que estava aberto. Nele se podia ler: «Aí vem o esposo».
Havia ainda um quarto, vestido da cor do sangue, querendo indicar a sua total disponibilidade para morrer por alguma causa.
Finalmente, de novo, fui-me revelado o rosto do homem forte e Augusto que vestia uma grande capa, a qual era levantada nas pontas por um acólito com ar de santo. O homem Augusto ocupava a sua mão esquerda com conjunto de chaves e, com a direita, distribuía bênções. Perguntei ao anjo qual seria o significado daquelas chaves. Ele me respondeu: «são as chaves de todos os problemas. Todo aquele que quiser terá, por ele, a porta da nova história aberta».
O cortejo foi-se distanciando ao som de aclamações. Ouvia-se as virgens vitoriarem aquele que avançava: «Aí vem o esposo!». E o coro dos acólitos, em resposta, dizia: «Ele será Augusto!».
Daniel
2004-05-06
Aí vem o Esposo!
O esposo!!!!
Será Augusto o esposo?
E a esposa, que tal?
Sofre de esperar e teme o mal?
Ou pacientemente espera no poço?
Mas que tempo da espera tal
Onde a escuridão dos dias
Se mete pelas nossas vidas
Retirando-lhe a originalidade e o sal!
Quando chegarão as luzes merecidas?
Saiam elas e venham iluminar
Com esperança todo o nosso caminhar…
Mas ó esposo: sem correrias!!!
Porém, não há esposa que aguente neste lar
Olhar e não ter que ver…
Querer e não ter
Uma luz refulgente para a todos dar.
Ó esposo que vens da luz do querer
Não te demores mais!
Já é hora para aqueles que amais
Te receberem na sua cruz com saber!
Esperaremos pelo tempo ainda mais
Que, a cada minuto, se pergunta:
Será hoje? Ou nesta semana santa?
Pois, aguarda, fiel esposa, um pouco mais
Que a porta da Luz se abrirá
E o esposo nos teus braços cairá…
“Poema dos Poemas”
Será Augusto o esposo?
E a esposa, que tal?
Sofre de esperar e teme o mal?
Ou pacientemente espera no poço?
Mas que tempo da espera tal
Onde a escuridão dos dias
Se mete pelas nossas vidas
Retirando-lhe a originalidade e o sal!
Quando chegarão as luzes merecidas?
Saiam elas e venham iluminar
Com esperança todo o nosso caminhar…
Mas ó esposo: sem correrias!!!
Porém, não há esposa que aguente neste lar
Olhar e não ter que ver…
Querer e não ter
Uma luz refulgente para a todos dar.
Ó esposo que vens da luz do querer
Não te demores mais!
Já é hora para aqueles que amais
Te receberem na sua cruz com saber!
Esperaremos pelo tempo ainda mais
Que, a cada minuto, se pergunta:
Será hoje? Ou nesta semana santa?
Pois, aguarda, fiel esposa, um pouco mais
Que a porta da Luz se abrirá
E o esposo nos teus braços cairá…
“Poema dos Poemas”
2004-05-05
Profecias...
"És Tu o messias (visitador) ou devemos esperar outro?"
Esta pergunta tem-se feito cá em casa muitas vezes, mas, quem sabe, à pessoa errada!...
Tentando interpretar os "Sinais dos Tempos", recordei, com alegria, algo que se passou durante uma oração de Vésperas; estavamos "quase todos" reunidos em louvor do Senhor... eis que, no momento em que rezavamos "aí vem o Esposo...", passagem de um dos salmos da liturgia das horas, surge, de facto, alguém e o grupo completa-se. Na altura, tudo isto não passou de uma mera coincidência. Mas, interpretando isto como, insisto, "Um Sinal dos Tempos", será que não é ele quem esperamos, o Homem Augusto e Forte do qual nos fala a Profecia de Daniel?
Por enquanto, tudo isto são especulações, tudo está no segredo dos deuses. Não se sabe quem será nem quando se revelará...
"Vigiemos e oremos, pois não sabemos nem o dia nem a hora... da vinda do esposo!?..."
Ass. Golias
Esta pergunta tem-se feito cá em casa muitas vezes, mas, quem sabe, à pessoa errada!...
Tentando interpretar os "Sinais dos Tempos", recordei, com alegria, algo que se passou durante uma oração de Vésperas; estavamos "quase todos" reunidos em louvor do Senhor... eis que, no momento em que rezavamos "aí vem o Esposo...", passagem de um dos salmos da liturgia das horas, surge, de facto, alguém e o grupo completa-se. Na altura, tudo isto não passou de uma mera coincidência. Mas, interpretando isto como, insisto, "Um Sinal dos Tempos", será que não é ele quem esperamos, o Homem Augusto e Forte do qual nos fala a Profecia de Daniel?
Por enquanto, tudo isto são especulações, tudo está no segredo dos deuses. Não se sabe quem será nem quando se revelará...
"Vigiemos e oremos, pois não sabemos nem o dia nem a hora... da vinda do esposo!?..."
Ass. Golias
2004-04-30
Ele era Augusto...
Visão sobre o filho dos céus...
«Eis que estando de jejum, no final do sétimo dia, o anjo mensageiro levou-me para um lugar elevado desde o qual poderia observar um enorme campo aberto. A terra era árida e não havia ser vivente que pudesse sobreviver naquele lugar.
Ao amanhecer de um novo dia, surgiram, como que do centro da terra, um grupo de homens, que mais não seriam do que de duas dúzias. Caminhavam cansados, de ombros caídos e parecia que andavam sem destino. Perguntei ao anjo: “para onde vão?” ao que ele me responde, “para lado nenhum”.
Ao final da tarde, notei que a vida daquele “pequeno resto” corria perigo de morte. Lentamente, como mortos, continuavam a caminhar em direcção às falésias, onde vivia o senhor das trevas, o senhor da morte. Eis que de repente, como que vindo do céu, vi a figura de um homem, forte, Augusto, que gesticulava apontado para outra direcção. A sua voz era semelhante a dum agudo apito que, por mais mortos que estivessem os seus ouvidos, não poderiam não ouvir.
Ele era Augusto... e surgiu um raio de sol e, com ele, uma vida, mais sorrisos, outra esperança».
Decorrida ainda o 1 de Abril
Daniel
«Eis que estando de jejum, no final do sétimo dia, o anjo mensageiro levou-me para um lugar elevado desde o qual poderia observar um enorme campo aberto. A terra era árida e não havia ser vivente que pudesse sobreviver naquele lugar.
Ao amanhecer de um novo dia, surgiram, como que do centro da terra, um grupo de homens, que mais não seriam do que de duas dúzias. Caminhavam cansados, de ombros caídos e parecia que andavam sem destino. Perguntei ao anjo: “para onde vão?” ao que ele me responde, “para lado nenhum”.
Ao final da tarde, notei que a vida daquele “pequeno resto” corria perigo de morte. Lentamente, como mortos, continuavam a caminhar em direcção às falésias, onde vivia o senhor das trevas, o senhor da morte. Eis que de repente, como que vindo do céu, vi a figura de um homem, forte, Augusto, que gesticulava apontado para outra direcção. A sua voz era semelhante a dum agudo apito que, por mais mortos que estivessem os seus ouvidos, não poderiam não ouvir.
Ele era Augusto... e surgiu um raio de sol e, com ele, uma vida, mais sorrisos, outra esperança».
Decorrida ainda o 1 de Abril
Daniel
2004-04-27
DICIONÁRIO SEMINA DA CASA DA LUZ
Primeiramente, alerta-se para o facto de este dicionário em forma de acróstico conter vocábulos e/ou imagens eventualmente chocantes. Devido a este facto, o mesmo é colocado para censura dos residentes e só será publicado com a aprovação do Cardeal Pita...
Aceitam-se sugestões que sejam melhorativas do trabalho árduo de recolha e estudo realizado junto da fontes...
L oucura – Cabeça do Zelito; listas telefónicas; conversa à mesa.
A legria – Sentimento que vivemos por sabermos (?) que o Pe. Alves é (?) o nosso Visitador. Sentimento particularmente vivido pelo João Luís por saber que a Paróquia de S. Tomás de Aquino está à sua espera...
R alentim – Bruno a comer; Ritmo de um morcão; Ritmo do computador.
D ouda – Vocabulário nortenho, tripeiro, obsoleto, usado por um morcão.
O besidade – Barriga do J L.
S alto – Movimento de recuo/regressão (ex: passagem de pároco de S. Tomás de Aquino para Provincial) e/ou avanço/progressão (ex: Passagem de coordenador de catequese para pároco de S. Tomás de Aquino).
E spanto – Mãaaaaaaaaeeeeee!!!!!! Meu Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
S esta – Zelito, Nuno, Bruno, Director....zzzzzzz...
T elevisão – Caixa que mudou o mundo; Fenómeno da ciência da comunicação que deu origem ao termo Zelitar. Dependência, prisão.
U niversidade – Local onde se fazem muitas coisas para além de estudar, como é o caso deste dicionário; local onde se paga bem e caro.
D irector – Manda chuva (vocábulo por vezes substituída pela expressão King da Selva).
A mm – Carga de trabalhos; confusão; desorganização, etc...
N áusea – Efeito provocado pelo descalçar dos sapatos do Bruno.
T rês Ds – Congregação fundada pelo JL, simbolizada/identificada por um Galo...
E mbaraço – Barriga do JL (vocábulo de origem espanhola).
S urdez – Ouvido esquerdo do JL; vizinha do andar de cima.
V isitador – Dor de cabeça; enchaqueca.
I nofensivo – Ameaças do Bruno.
C haga – Corpo do “mártir” (blog).
E speciarias – “Não sejais como o burro e o jumento sem entendimento...”; “Nós os fortes...”; “aí vem o esposo...”
N avegar – internet (normalmente, quase apenas utilizada pelo Pedro, apesar de não saber nadar).
T elefone – Papagaio de estimação que quase só sabe dizer Pe. Agostinho (estamos a ver se arranjamos outro mais original).
I nocência – “ninguém me disse nada...”
N otícia – Quadro de Laetitia Ortiz com os mamocas de fora.
O brigatório – Motor de arranque do Joselito.
S ensacional – F.C.P.
ASS: RUAH
Aceitam-se sugestões que sejam melhorativas do trabalho árduo de recolha e estudo realizado junto da fontes...
L oucura – Cabeça do Zelito; listas telefónicas; conversa à mesa.
A legria – Sentimento que vivemos por sabermos (?) que o Pe. Alves é (?) o nosso Visitador. Sentimento particularmente vivido pelo João Luís por saber que a Paróquia de S. Tomás de Aquino está à sua espera...
R alentim – Bruno a comer; Ritmo de um morcão; Ritmo do computador.
D ouda – Vocabulário nortenho, tripeiro, obsoleto, usado por um morcão.
O besidade – Barriga do J L.
S alto – Movimento de recuo/regressão (ex: passagem de pároco de S. Tomás de Aquino para Provincial) e/ou avanço/progressão (ex: Passagem de coordenador de catequese para pároco de S. Tomás de Aquino).
E spanto – Mãaaaaaaaaeeeeee!!!!!! Meu Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
S esta – Zelito, Nuno, Bruno, Director....zzzzzzz...
T elevisão – Caixa que mudou o mundo; Fenómeno da ciência da comunicação que deu origem ao termo Zelitar. Dependência, prisão.
U niversidade – Local onde se fazem muitas coisas para além de estudar, como é o caso deste dicionário; local onde se paga bem e caro.
D irector – Manda chuva (vocábulo por vezes substituída pela expressão King da Selva).
A mm – Carga de trabalhos; confusão; desorganização, etc...
N áusea – Efeito provocado pelo descalçar dos sapatos do Bruno.
T rês Ds – Congregação fundada pelo JL, simbolizada/identificada por um Galo...
E mbaraço – Barriga do JL (vocábulo de origem espanhola).
S urdez – Ouvido esquerdo do JL; vizinha do andar de cima.
V isitador – Dor de cabeça; enchaqueca.
I nofensivo – Ameaças do Bruno.
C haga – Corpo do “mártir” (blog).
E speciarias – “Não sejais como o burro e o jumento sem entendimento...”; “Nós os fortes...”; “aí vem o esposo...”
N avegar – internet (normalmente, quase apenas utilizada pelo Pedro, apesar de não saber nadar).
T elefone – Papagaio de estimação que quase só sabe dizer Pe. Agostinho (estamos a ver se arranjamos outro mais original).
I nocência – “ninguém me disse nada...”
N otícia – Quadro de Laetitia Ortiz com os mamocas de fora.
O brigatório – Motor de arranque do Joselito.
S ensacional – F.C.P.
ASS: RUAH
2004-04-21
«EL SEGUIMIENTO DE JESÚS EN SAN VICENTE DE PAÚL»
É ESTE O TÍTULO DA TESE DE LICENCIATURA DO "NOSSO" PADRE NÉLIO PEREIRA PITA (NÃO SEI SE CONHECEM...), TERMINADA (COM MUITO SUOR E LÁGRIMAS - PRESUMO!!!) EM 2003 POR OCASIÃO DO TERMINUS DA FREQUÊNDIA DA LICENCIATURA EM TEOLOGIA ESPIRITUAL NA UNIVERSIDADE PONTIFÍCIA DE COMILLAS - MADRID.
É UMA TESE MUITO BEM ELABORADA E REVELADORA DE UMA ÓPTIMA CAPACIDADE DE EXPRESSÃO E DE SÍNTESE. É, COMO TAL, UMA OBRA DE LEITURA MUITO FÁCIL E ACESSÍVEL AO COMUM DOS MORTAIS (AO CONTRÁRIO DE ALGUMAS TESES QUE POR AÍ CIRCULAM).
PARA MIM FOI ENRIQUECEDOR LER ESTA TESE.
FOI-ME PROPORCIONADO CONHECER S. VICENTE DE PAULO DE UM PONTO DE VISTA TÃO INTERESSANTE COMO PERTINENTE - AFINAL NA FORMA COMO VICENTE DESCOBRIU E EFECTUOU O SEGUIMENTO DE CRISTO VEJO PISTAS CLARAS PARA O SEGUIMENTO ME SINTO CHAMADO A TENTAR FAZER.
ALÉM DISSO É DE NOTAR QUE É UMA OBRA QUE NÃO BASTA LER UMA VEZ, PELO CONTRÁRIO FICAMOS COM A NECESSIDADE INTERIOR DE RELER UMA E OUTRA VEZ (PRINCIPALMENTE O ÚLTIMO CAPÍTULO) EM BUSCA DE ALIMENTO PARA ESTA NOSSA CAMINHADA NEM SEMPRE FÁCIL.
DA TESE RETIREI UMA PASSAGEM QUE ACHO QUE ILUSTRA BEM O QUE AFIRMO:
«VICENTE DE PAÚL ES UNO DE LOS TANTOS HOMBRES Y MUJERES QUE "DEJARON LAS REDES" PARA CAMINAR CON JESÚS EN LA HISTORIA, ASSUMIENDO SU FORMA DE SER, SU MISSIÓN Y SUS CONSECUENCIAS».
ENFIM, ACHO QUE POR ESTA TESE A NOTA OBTIDA FOR BASTANTE MERECIDA!!!
PARABÉNS PADRE NÉLIO!!!
NOTAS:
1. SOUBE QUE HÁ INTERESSE DA PARTE DE "NUESTROS HERMANOS" EM PUBLICAR ESTA TESE EM CASTELHANO.
2. SERÁ QUE A PPCM NÃO TERIA VANTAJENS EM FAZER TAL PUBLICAÇÃO EM PORTUGUÊS? NÃO O MERECE A QUALIDADE DESTE TRABALHO DUM SEU MEMBRO? NÃO SERIA UM VALOR ACRESCENTADO? NÃO SERIA O ÓBVIO? COMPREENDO ALGUMAS MOTIVAÇÕES, OU AUSÊNCIA DELAS, MAS NÃO TODAS...
3. O NOVO PROVINCIAL PODIA PENSAR NISTO...
4. MAS QUEM SOU EU PARA OUSAR ESCREVER ESTAS COISAS???
ASS: MARTYR
É UMA TESE MUITO BEM ELABORADA E REVELADORA DE UMA ÓPTIMA CAPACIDADE DE EXPRESSÃO E DE SÍNTESE. É, COMO TAL, UMA OBRA DE LEITURA MUITO FÁCIL E ACESSÍVEL AO COMUM DOS MORTAIS (AO CONTRÁRIO DE ALGUMAS TESES QUE POR AÍ CIRCULAM).
PARA MIM FOI ENRIQUECEDOR LER ESTA TESE.
FOI-ME PROPORCIONADO CONHECER S. VICENTE DE PAULO DE UM PONTO DE VISTA TÃO INTERESSANTE COMO PERTINENTE - AFINAL NA FORMA COMO VICENTE DESCOBRIU E EFECTUOU O SEGUIMENTO DE CRISTO VEJO PISTAS CLARAS PARA O SEGUIMENTO ME SINTO CHAMADO A TENTAR FAZER.
ALÉM DISSO É DE NOTAR QUE É UMA OBRA QUE NÃO BASTA LER UMA VEZ, PELO CONTRÁRIO FICAMOS COM A NECESSIDADE INTERIOR DE RELER UMA E OUTRA VEZ (PRINCIPALMENTE O ÚLTIMO CAPÍTULO) EM BUSCA DE ALIMENTO PARA ESTA NOSSA CAMINHADA NEM SEMPRE FÁCIL.
DA TESE RETIREI UMA PASSAGEM QUE ACHO QUE ILUSTRA BEM O QUE AFIRMO:
«VICENTE DE PAÚL ES UNO DE LOS TANTOS HOMBRES Y MUJERES QUE "DEJARON LAS REDES" PARA CAMINAR CON JESÚS EN LA HISTORIA, ASSUMIENDO SU FORMA DE SER, SU MISSIÓN Y SUS CONSECUENCIAS».
ENFIM, ACHO QUE POR ESTA TESE A NOTA OBTIDA FOR BASTANTE MERECIDA!!!
PARABÉNS PADRE NÉLIO!!!
NOTAS:
1. SOUBE QUE HÁ INTERESSE DA PARTE DE "NUESTROS HERMANOS" EM PUBLICAR ESTA TESE EM CASTELHANO.
2. SERÁ QUE A PPCM NÃO TERIA VANTAJENS EM FAZER TAL PUBLICAÇÃO EM PORTUGUÊS? NÃO O MERECE A QUALIDADE DESTE TRABALHO DUM SEU MEMBRO? NÃO SERIA UM VALOR ACRESCENTADO? NÃO SERIA O ÓBVIO? COMPREENDO ALGUMAS MOTIVAÇÕES, OU AUSÊNCIA DELAS, MAS NÃO TODAS...
3. O NOVO PROVINCIAL PODIA PENSAR NISTO...
4. MAS QUEM SOU EU PARA OUSAR ESCREVER ESTAS COISAS???
ASS: MARTYR
2004-04-16
VACANÇAS!!!!
Olá caros leitores!
Cá estamos nós, os seminaristas, numa esplanada a beber uma imperial...
...mentira!!! Está cada um de nós no seu canto a aproveitar para descançar um «pedaçito»... uns na Madeira, outros em Sendim, outros em «Vraziela», outros em Espanha, e outros em Tomar....
É bom estar de férias... pelo menos para o formador!!!... mas é muito triste para nós «seminas» ver o tempo fugir sem termos tido oportunidade de fazermos metade do que gostariamos ter feito... mas é a vida!!!
Já falta pouco para a recta final... a meta aproxima-se muito rapidamente... valerá a pena fugir??? penso que não!!!
Vamos em frente, falta pouco, vamos com força!!!
Agora é altura de o formador verter umas lágrimas... afinal, o seu descanso está quase no fim... não é??? Se aproveitou a nossa ausência, melhor para ele, se não aproveitou, aproveitásse!!! (formador sofre!)
Agora vou aproveitar os últimos fôlegos de férias!!!
Goodbye!!!
Asta la vista!!!
I'll be back!!!
Ass: MARTYR
Cá estamos nós, os seminaristas, numa esplanada a beber uma imperial...
...mentira!!! Está cada um de nós no seu canto a aproveitar para descançar um «pedaçito»... uns na Madeira, outros em Sendim, outros em «Vraziela», outros em Espanha, e outros em Tomar....
É bom estar de férias... pelo menos para o formador!!!... mas é muito triste para nós «seminas» ver o tempo fugir sem termos tido oportunidade de fazermos metade do que gostariamos ter feito... mas é a vida!!!
Já falta pouco para a recta final... a meta aproxima-se muito rapidamente... valerá a pena fugir??? penso que não!!!
Vamos em frente, falta pouco, vamos com força!!!
Agora é altura de o formador verter umas lágrimas... afinal, o seu descanso está quase no fim... não é??? Se aproveitou a nossa ausência, melhor para ele, se não aproveitou, aproveitásse!!! (formador sofre!)
Agora vou aproveitar os últimos fôlegos de férias!!!
Goodbye!!!
Asta la vista!!!
I'll be back!!!
Ass: MARTYR
2004-04-09
LOAS À CRUZ
Cruz, descanso da minha vida,
Sede a bem aparecida.
«Ó bandeira, em cujo amparo
O mais fraco será forte!
Ó vida da nossa morte,
Que bem a ressuscitaste!
Ao leão tu amansaste,
Pois por ti perdeu a vida.
Sede a bem aparecida.
Quem vos ama está cativo
E alheio à liberdade;
Quem a vós quer cegar
Em nada deve ter desvio.
Ó ditoso poderio
Onde o mal não tem cabida!
Sede a bem aparecida.
Vós fostes a liberdade
Do nosso grão cativeiro;
Por vós se reparou meu mal
Com tão custoso remédio,
Para com Deus foste meio
De alegria conseguida.
Sede a bem aparecida.
(Teresa de Jesus)
Sede a bem aparecida.
«Ó bandeira, em cujo amparo
O mais fraco será forte!
Ó vida da nossa morte,
Que bem a ressuscitaste!
Ao leão tu amansaste,
Pois por ti perdeu a vida.
Sede a bem aparecida.
Quem vos ama está cativo
E alheio à liberdade;
Quem a vós quer cegar
Em nada deve ter desvio.
Ó ditoso poderio
Onde o mal não tem cabida!
Sede a bem aparecida.
Vós fostes a liberdade
Do nosso grão cativeiro;
Por vós se reparou meu mal
Com tão custoso remédio,
Para com Deus foste meio
De alegria conseguida.
Sede a bem aparecida.
(Teresa de Jesus)
2004-04-08
O amor à cruz...
«Para venir a gustarlo todo,
no quieras tener gusto en nada;
para venir a poseerlo todo,
no quieras poseer algo en nada;
para venir a serlo todo,
no quieras ser algo en nada;
para venir a saberlo todo,
no quieras saber algo en nada;
para venir a lo que no gustas,
has de ir por donde no gustas;
para venir a lo que no sabes,
has de ir por donde no sabes;
para venir a lo que no posees,
has de ir por donde no posees;
para venir a lo que no eres,
has de ir por donde no eres».
(Juan de la Cruz, en la Subida del Monte, 1S, 13,10)
no quieras tener gusto en nada;
para venir a poseerlo todo,
no quieras poseer algo en nada;
para venir a serlo todo,
no quieras ser algo en nada;
para venir a saberlo todo,
no quieras saber algo en nada;
para venir a lo que no gustas,
has de ir por donde no gustas;
para venir a lo que no sabes,
has de ir por donde no sabes;
para venir a lo que no posees,
has de ir por donde no posees;
para venir a lo que no eres,
has de ir por donde no eres».
(Juan de la Cruz, en la Subida del Monte, 1S, 13,10)
2004-04-07
CREMATÓRIOS...
Sempre me fez alguma impressão o lugar onde se põem as velas a arder em Fátima. Noutros tempos, quando passava por esse lugar sagrado, dedicava algum tempo a acender as velas que o vento tinha apagado. Acendia-as por uma simples razão: parecia-me que estando apagadas atraiçoavam aqueles que devotamente tinham confiando nelas uma importante missão. Incomodava o facto de elas não cumprirem a razão de ser da sua existência. Para mim, cada vela acesa era uma vida que sobrevivia, uma prece a Deus, uma esperança que frágil e lentamente se desfazia.
Penso que Deus também se deve impressionar com esses tantos crematórios que o mundo tem.
David
Penso que Deus também se deve impressionar com esses tantos crematórios que o mundo tem.
David
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